Tontura em idosos – Estudo de caso com auriculoterapia chinesa

Artigo elaborado baseado em partes do Trabalho de Conclusão de Curso, Autora do artigo: Profa. Larissa A. Bachir Polloni – CETN

A tontura pode ser gerada por mecanismos fisiopatológicos diferentes descritos como sensação de desequilíbrio, instabilidade, flutuação, rotação, cabeça oca, entre outros. Atualmente a ciência dispõe de uma variedade de exames complementares, porem eles não avaliam bem a função vestibular. Isto posto pode-se dizer que os motivos causadores das tonturas são de difícil diagnóstico, uma vez que a tontura é um sintoma inespecífico. (BASTOS; LIMA; OLIVEIRA 2005).

Segundo Fonseca, Davidsohn (2006) o equilíbrio é o estado contrabalanceado que surge com a movimentação. Sendo assim a vertigem com sensação de rotação, é sempre de caráter labiríntica, onde qualquer movimento da cabeça acarreta o deslocamento da endolinfa, podendo acarretar novas crises de tontura. Vários órgãos estão envolvidos na manutenção do equilíbrio, os principais são o labirinto, os olhos, os músculos, as articulações e os tendões. As informações acendidas por esses órgãos são processadas pelo cérebro controlando o equilíbrio (GUYTON; HALL, 2006).

O ouvido interno, também designado labirinto, envolvido na manutenção do equilíbrio, é formado por esqueleto ósseo ebúrneo, que contém no seu interior o labirinto membranoso. Divide-se em dois, o anterior formado pela cóclea a qual é destinado a funções auditivas, e o outro ao aparelho vestibular, formado por canais semicirculares, que participam da função do equilíbrio. Entre esses dois interpõem-se pequenas cavidades denominada vestíbulo. No interior do ouvido é encontrado um líquido chamado endolinfa, que ao movimentar a cabeça estimula a células ciliadas, que enviam impulsos nervosos ao cérebro informando a direção dos movimentos da cabeça e do corpo, para cima, para baixo, para frente, para trás de um lado para o outro e movimento de rotação. Os olhos informam a posição do corpo no espaço, os músculos e articulações informam quais os movimentos estão sendo executados e quais as estrutura orgânicas estão envolvidas. Se algumas dessas informações não forem coerente o resultado pode ser tontura e enjôos na adaptação do sistema a nova realidade (PORTO,2005).

De acordo com Bittar, Bottino, Zerati, et all (2003) vários distúrbios de equilíbrio, originário no sistema vestibular são de origem metabólica, distúrbio esse que acomete grande parte da população idosa.

No aspecto da alteração metabólica que envolve o fornecimento de energia como disfunções da glicose e da tireóide, são potenciais geradoras de tonturas, uma vez que o labirinto é sensível às variações da glicose, já o fornecimento de oxigênio é responsável pelo funcionamento de bomba Na/K e na conservação do potencial endococlear, a viscosidade sanguínea, com elevação de colesterol pode comprometer o fluxo e resultar em dano funcional ao labirinto. Isto posto, pode-se dizer que, entre os distúrbios metabólicos mais aceitos como responsáveis por essas alterações de equilíbrio, esta a diabetes, hipoglicemia reativa, hiperinsulinemia, distúrbio da tireoide, os relacionados ao metabolismo lipídico e as variações hormonais da mulher (BITTAR,BOTTINO,ZERATI, et all,2003).

Etiologias da tontura segundo a medicina tradicional chinesa
De acordo com a medicina ocidental a tontura esta fortemente ligada ao ouvido como órgão responsável pelo equilíbrio, juntamente com os olhos, os músculos, as articulações e os tendões (GUYTON; HALL, 2006). Podendo ocorrer por uma pequena mudança de postura, onde qualquer movimento da cabeça pode acarretar nova crise, até a perda total do equilíbrio e sensação de que tudo gira (PORTO, 2005).
Na medicina chinesa a patologia tem um significado bem diferente da medicina ocidental, ela não faz analise das mudanças patológicas a nível microscópico, nem considera as mudanças no tecido e na química do corpo. Ela avalia o processo geral da doença, como os fatores patogênicos contra o Qi, e o equilíbrio entre Yin e Yang (MACIOCIA, 2007).

Interpretação do distúrbio do equilíbrio segundo a MTC
Segundo Maciocia (2007), a labirintite é uma manifestação de vento e umidade que penetra no fígado causando tontura. Qualquer alteração que afete energeticamente o fígado pode ocasionar tontura, as mais comuns são a Raiva, frustração, ressentimento e magoas, além de excesso de trabalho e atividade sexual. Assim pode-se dizer que a vertigem é uma manifestação de vento interior, decorrente da subida do Qi do fígado para parte superior do corpo, como tremor, tique, entorpecimento, tontura, vertigem, dor de cabeça,convulsões ou paralisia, os sinais de vento interno são caracterizado por movimento ou ausência de movimento. A sensação de tontura é uma queixa comum especialmente em idosos, podendo ser um sintoma de vento no fígado ou fleuma ou de ambos que são fatores patogênicos presente no golpe do vento (MACIOCIA, 2005).

O vento esta ligado ao inicio de abundantes enfermidades, o frio a umidade, a secura e o calor agride o organismo apoiando-se no vento, formando as síndromes, todos os ventos pertence ao fígado. O vento é fator yang, cuja natureza é fazer abrir, escoar. O vento muitas vezes prejudica a parte superior do corpo, sendo da sua natureza o movimento, indicando que uma doença causada pelo vento é caracterizada por agitação, como ofuscação da vista, vertigens, tremores, espasmo dos membros, nuca rígida e epistótonos. (AUTEROCHE; NAVAILH, 1992).

A tontura pode ser decorrente de quatro fatores Vento, Yang, Fleuma e Deficiência os sintomas que a acompanham é que apontará o fator que leva a ela (MACIOCIA, 2005).

As síndromes causadas pelo vento interno é uma afecção do fígado, podendo apresentar sintomas como tonturas, convulsões dos membros, intumescimento dos membros, tremores e rigidez de extremidades, desmaios súbitos, sincope, desvio da boca, dos olhos, assim como alterações emocionais
(YAMAMURA, 1993).

Estudo de caso:
O estudo foi realizado com um paciente do sexo feminino de 67 anos, com tontura postural, sem diagnóstico definido. Tendo sido elaborado um protocolo de tratamento de auriculoterapia chinesa, com menor numero possível de pontos, utilizando sementes escuras, com 10 sessões. Buscou conhecer a eficácia da terapia na eliminação dos sintomas da tontura.
Posteriormente foram observados e analisados os resultados obtidos a cada sessão
Caso: Mulher de 67 anos afere sentir tontura postural o dia inteiro, perante qualquer movimento brusco com a cabeça (quando esta deitada e levanta rapidamente, quando abaixa para pegar algo no chão e quando direciona o olhar para o alto, assim com em movimento lateral e rápido com a cabeça), alega estar sentido esta tontura a cerca de oito meses à um ano. Vem tendo também olho seco, e derrames oculares (hiposfagma, sangramento na parte branca do globo ocular), tem dor ciática, é hipertensa, tem Diabetes tipo I, controlada com medicamentos. Realizou exames clínicos como audiometria, glicemia, hemoglobina glicada, hemograma completo, leucograma, colesterol total, colesterol HDL, triglicérides, TGO, TGP, CPK, magnésio, potássio,tiroxina livre, TSH, uréia, creatinina, urina tipo I, ácido úrico, Doppler colorido das artérias carótidas e vertebrais, eletrocefalografia quantitativa, tomografia computadorizada crânio- encefálica, para determinar as causas dessa tontura sem alterações significativas que justificasse a tontura.

Protocolo de tratamento
Pontos sugeridos como tratamento da tontura na auriculo chinesa: Shen men, Rim, Fígado, Olho, Ouvido interno, Ouvido externo, Temporal, Cerebelo e Subcórtex.
Material utilizado: Semente escura, Micropore, Pinça, Apalpador, Álcool e Algodão.

Tratamento efetuado: O tratamento consistiu na utilização da auriculoterapia chinesa somente com sementes escuras, nos pontos mencionados a cima. Foram realizadas 10 sessões, sendo uma por semana.
A primeira sessão foi realizada no dia 29-04-2013 utilizando a orelha direita, a orelha foi alternada a cada sessão sendo o ponto do Fígado mantido sempre na orelha direita. A última sessão foi no dia 01-07-2013 na orelha esquerda.

DISCUSSÃO E ANÁLISE DE RESULTADOS
Os resultados obtidos com esse estudo para os sintomas de tontura sem diagnóstico definido foram os seguintes: após a primeira sessão a paciente não relatou nenhuma melhora, na segunda aferiu uma diminuição dos episódios de tontura que deixaram de ocorrer a qualquer movimento brusco com a cabeça, e passaram a acontecer somente quando estava deitada e levantava rapidamente, não acontecendo mais ao abaixar e pegar algum objeto no chão, ao direcionar os olhos para o alto e ficar nessa posição por algum tempo, nem nos movimento lateral e rápido com a cabeça. Na terceira sessão não houve nenhuma alteração significativa nos padrões dos sintomas descritos pela paciente, ao longo do tratamento nas sete sessões seguintes não houve mais melhoras consideráveis em relação à tontura. Contudo a paciente relatou não ter tido mais os derrames oculares e o olho não estavam mais seco.

Os resultados não foram confirmados como se esperava uma vez que as alterações no desaparecimento dos sintomas da tontura não foram alcançados.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
A hipótese esperada era de que com os pontos escolhidos e o tempo de terapia fosse o suficiente para o desaparecimento dos sintomas da tontura que a paciente em questão apresentava. Contudo não houve melhora significativa nos episódios de tontura, havendo apenas diminuição dos eventos. No entanto a paciente verbaliza não ter tido mais os derrames oculares.

O estudo veio demonstrar a necessidade de um tratamento por um período maior, ou acoplado a acupuntura sistêmica para o tratamento da tontura sem diagnóstico definido. Concluímos que apesar dos resultados não condizerem com os esperados inicialmente, fica evidente que a auriculoterapia chinesa pode ser utilizada como auxiliar a acupuntura sistêmica ou a medicina ocidental no tratamento da tontura uma vez que houve a diminuição dos episódios.

Não deixando de levar em consideração o resultado relevante do desaparecimento dos sintomas de olho seco e dos derrames oculares, sendo esses sintomas muito freqüente em idosos. O estudo mostra que a auriculoterapia não deve ser utilizado como único tratamento da tontura, e sim como auxiliar no tratamento, uma vez que demonstrou nesse caso como ineficiente no desaparecimento dos sintomas.

Fonte: CETN

Laserterapia melhora aparência da cicatriz cirúrgica, diz estudo

A laserterapia poderá ser aplicada com sucesso na melhora do aspecto das cicatrizes resultantes de incisões cirúrgicas. A técnica é normalmente utilizada em fisioterapia para combater a dor em casos de artrose, bursite e tendinite. “O laser de baixa intensidade quando aplicado em grandes cicatrizes torna-as mais finas e com aspecto estético funcional melhor”, conta o fisioterapeuta Rodrigo Leal de Paiva Carvalho.

Em seu estudo de mestrado realizado na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), o pesquisador testou a técnica em pacientes submetidos à cirurgia de hérnia inguinal. Sob a orientação da professora Raquel Aparecida Casarotto, do curso de Fisioterapia, Carvalho teve como principal objetivo em seu estudo investigar a eficácia do laser infravermelho GaAlAs 830nm no processo de cicatrização de incisão pós-cirúrgica de hérnia inguinal.

Participaram do estudo 28 pacientes, divididos em dois grupos: o experimental, que recebeu o tratamento com laser; e o controle, que não se submeteu à terapia. O laser foi aplicado no primeiro grupo após 24 horas da cirurgia, num total de 4 aplicações, em dias alternados. Após seis meses, os grupos foram reavaliados por meio da escala de cicatriz de Vancouver (escala padrão internacional), escala visual analógica e espessura da cicatriz. Em todos os parâmetros analisados, a diferença na qualidade das cicatrizes foi surpreendente, em favor dos pacientes submetidos à laserterapia. O grupo experimental, que recebeu o tratamento com laser, apresentou melhora significativa na aparência e na qualidade da cicatriz seis meses após a incisão, em comparação ao grupo controle.

Diferença visível
“Acreditamos que esses resultados positivos podem ser explicados pelas propriedades do laser, como a influência da mobilidade e proliferação de fibroplastos, atuando na aceleração, na síntese e na manutenção da morfologia do colágeno, angiogênese e no aumento do número de células endoteliais”, avalia Carvalho.

Já o cirurgião geral Paulo Sérgio Alcântara, do Hospital Universitário (HU) da USP, que acompanhou o estudo ao lado do cirurgião plástico Fábio Kamamoto, ressalta que ficou comprovado cientificamente que o laser de baixa intensidade diminui a espessura e a profundidade da cicatriz. “Após seis meses do início do tratamento, era visível a diferença na qualidade das cicatrizes entre os dois grupos. Tanto que interrompemos o estudo, pois chegamos ao objetivo da pesquisa”.

De acordo com o fisioterapeuta e autor do estudo, havia um certo conhecimento de que o laser melhorava o aspecto das cicatrizes, mas não existia nenhum trabalho científico com humanos, no padrão que o estudo foi realizado. Todo o processo foi documentado com fotografias. Ao mesmo tempo em que melhora a qualidade da cicatriz, o tratamento a laser pode melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

A pesquisa abre campo para se estudar os efeitos do laser em cicatrizes hipertróficas e quelóides. Na opinião do cirurgião Paulo Sergio Alcântara, os excelentes resultados devem estimular os médicos a adotarem a laserterapia como uma boa opção no tratamento de cicatrizes. Mas, segundo ele, cabe ao médico decidir em que casos o laser deve ser aplicado. Ele garante que o laser é seguro e que não causa efeitos adversos ao paciente.

Fonte: USP

Um olhar ocidental sobre a ação da acupuntura

Artigo elaborado baseado em partes do Trabalho de Conclusão de Curso, Autora do artigo: Profa. Larissa A. Bachir Polloni – CETN

Durante milênios acreditou-se que o mecanismo de ação da acupuntura fosse puramente energético. Marques (2009) fala que estes conceitos remontam há aproximadamente 5.000 anos atrás, surgindo da observação, por parte dos chineses, da natureza em comparação com o homem a fim de entender os princípios que regem os universos, externo e interno do ser humano. No entanto, com a difusão da Medicina Tradicional Chinesa (MTC) no ocidente, muitos pesquisadores começaram a questionar sobre a participação de estruturas orgânicas no mecanismo de ação da acupuntura, e o desenvolvimento de pesquisas nessa área, principalmente nas últimas décadas, evidenciou estreita relação entre os efeitos da acupuntura e o sistema nervoso central (SNC) e o periférico (ONETTA, 2005).

Atualmente, na concepção neurofisiológica de ação da Acupuntura, observou-se que as agulhas agem, principalmente sobre as fibras nervosas A – delta e C, desencadeando potencial de ação na membrana destas fibras cujo estímulo segue até a medula espinhal, por onde através de séries de sinapses podem estabelecer arcos reflexos, estimular os neurônios pré-ganglionares e projetar-se através dos tractos espinorreticular e espinotalâmico para o encéfalo (YAMAMURA et al,1996). Assim sendo, ocorre a liberação de neurotransmissores, como bradicinina e histamina, e os estímulos são conduzidos ao SNC pelas fibras A-delta, espessas e mielinizadas, e pelas fibras C, finas e amielínicas, localizadas na pele e nos músculos. As fibras A-delta, ao terminarem no corno posterior da medula, estimulam os neurônios encefalinérgicos por meio de sinapses a liberarem encefalina, bloqueador da substância P (neurotransmissor que estimula a dor), inibindo, assim, a sensação dolorosa. Os estímulos continuam por meio principalmente do trato espinotalâmico lateral (TEL), até o tronco encefálico, liberando serotonina, que será responsável pelo aumento dos níveis de endorfina e de ACTH (hormônio adenocórtico-trófico) e, conseqüentemente, de cortisol nas supra-renais, garantindo assim o efeito benéfico da acupuntura no estresse e na ansiedade do paciente. Esse processo segmentar – via da dor – é o modo de ação mais simples e provável para explicar as modulações das funções orgânicas por meio da acupuntura (ONETTA, 2005).

Ainda Zhang et al (2003) diz que a aplicação de agulhas superficialmente sobre a pele ou mais profundamente atingindo tecidos musculares, nervosos, ligamentos ou ossos, provoca um tipo de estimulação sensorial vinda da estimulação seletiva de pequenas áreas chamadas de acupontos. O acuponto é uma região da pele em que há uma grande concentração de fibras nervosas espinhais. São pontos altamente vascularizados e inervados, resultando numa baixa resistividade elétrica local. O tecido lesado pela Acupuntura produz as mesmas características de um processo inflamatório; a inserção de agulha estimula a liberação de peptídeos, substância P, histamina, bradicininas e enzimas proteolíticas que culminam com o aumento da irrigação sanguínea local. E, juntamente com o aumento da irrigação sanguínea, há um aumento de serotonina, prostaglandinas e células de defesa do organismo.

Outra região do SNC que já observou-se ter uma relação com os mecanismo de ação da acupuntura foi a formação reticular (ou sistema reticular ativador ascendente – SRAA); que consiste em grupos de neurônios e fibras neurais que comunicam os núcleos cerebrais entre eles e com centros subcorticais, centros talâmicos, centros do cerebelo, centros mesencefálicos, medula oblonga e medula espinhal. Funcionalmente, controlam os mecanismos reguladores do sono, tônus muscular, nível de consciência, ritmo cardíaco e respiratório, tônus vasculares, mediando as funções motoras, autonômicas e sensoriais. No nível dos núcleos da formação reticular é conduzida quase toda a informação a respeito da sensibilidade e ritmos. Informações que são analisadas quantitativas e qualitativamente mediando à dimensão afetivo-motivacional da experiência dolorosa e da relação comportamental da dor, tornando fundamental o papel da formação reticular na percepção e na modulação da dor. Observa-se ainda que a ativação da formação reticular regula o nível das funções basais do SNC de acordo com a informação que recebe das vias sensoriais. A ação dos mecanismos homeostáticos da formação reticular pode ser conseguida apenas com a estimulação sensorial como a inserção de agulhas na pele pela acupuntura. Dessa forma a inserção da agulha pode atuar como estímulo mecanoceptivo modulando o estímulo sensitivo doloroso periférico quando é enviado até a medula, e assim, impedir a transmissão do impulso e a seqüência de sinapses até os centros superiores.

Também a liberação de endorfinas para o líquido cefalorraquidiano durante o uso da acupuntura e de seus efeitos analgésicos explicaria as conclusões chinesas de que esta técnica libera uma substância inibidora da dor, estando presente, também no líquido cefalorraquidiano (ANDRADE et al., 2004). Relata-se que quando o líquido cefalorraquidiano de um coelho submetido à Acupuntura é transferido para outro coelho não tratado, o animal receptor mostrava alteração na sensibilidade à dor semelhante a do animal tratado com acupuntura.

Fonte: CETN

Benefícios da acupuntura para o tratamento de enxaqueca (vídeo)

Veja uma reportagem do Globo Repórter sobre os benefícios da acupuntura no tratamento de  enxaqueca.