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Acupuntura é eficaz para o tratamento das dores lombares crônicas

 

A acupuntura é um ramo da medicina tradicional chinesa e, de acordo com a nova terminologia da OMS (Organização Mundial da Saúde), um método de tratamento complementar. O tratamento acupunterápico consiste no diagnóstico (igualmente baseado em ensinamentos clássicos da Medicina Tradicional Chinesa) e na aplicação de agulhas em pontos definidos do corpo, chamados de “Pontos de Acupuntura” ou “Acupontos” que se distribuem principalmente sobre linhas chamadas “meridianos chineses” e “canais”, para obter diferentes efeitos terapêuticos conforme o caso tratado.

Também são utilizadas outras técnicas alternativa ou complementarmente, sendo as mais conhecidas a moxabustão (aplicação de calor sobre os acupontos ou meridianos), a auriculoterapia e, mais recentemente, a eletroacupuntura.

A acupuntura é eficaz no tratamento das dores lombares? Veja o posicionamento do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Médica Brasileira (AMB).

Os diversos estudos sobre o assunto demonstraram que existem evidências consistente da eficácia da acupuntura para o tratamento da dor lombar crônica em prazo curto (até três meses depois do tratamento), e de que os efeitos benéficos se mantêm por prazo maior do que um ano. Ficou também definido que o efeito da acupuntura é maior em associação com outros tratamentos, e as evidências sugerem superioridade do método com relação aos tratamentos usuais. Também há evidência de que a acupuntura proporciona grandes chances de melhorar a condição funcional. Os custos relacionados com a inclusão do método são vantajosos.

Fonte: Projetos Diretrizes Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Médica Brasileira (AMB).

Comentário do méido Dr. Tufi Dippe Júnior:

A dor lombar (lombalgia) é uma queixa muito comum entre os pacientes cardiopatas. A acupuntura por suas ações benéficas e raros efeitos colaterais, tornou-se uma opção importante de tratamento para esses pacientes de forma isolada ou associada à fisioterapia. O fato é que tais pacientes devem evitar o uso prolongado e abusivo de anti-inflamatórios não-hormonais, os quais podem aumentar a pressão arterial e o risco cardíaco, além de afetar os rins e agredir a mucosa do aparelho digestivo.

Autor: Dr. Tufi Dippe Júnior – Cardiologista de Curitiba – CRM/PR 13700.

Fonte: Portal do Coração

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