A curcumina, composto encontrado no açafrão, se mostra eficaz em prevenir inúmeros cânceres. (em inglês).

Abaixo do texto original segue o artigo traduzido para português, porém como a tradução é automática o texto contém muitos erros.

 

Dieta-do-Açafrão-1Turmeric, the bright yellow root that is ground and put in foods for its deep flavor and beautiful color, is not only a tasty addition to curries and salads, but is also a known cancer-fighter. Turmeric is most often found in cuisines of the Middle East, Northern Africa, and Southeast Asian regions, but as the health benefits of this classic spice become more widely known, its popularity is growing.

Responsible for many of its benefits, curcuminoids are the active components of turmeric. Curcumin, one of these specific compounds, is frequently cited as the most potent component of the spice, though the term is also used applying to cucuminoids as a whole.

As Anthony Guicciardi reported more than three years ago, scientists studying the effects of curcumin found it to be a potent medicine when used against brain cancer cells. Glioblastoma (GBM) is a fatal form of brain cancer. The study published in the Journal of Nutritional Biochemistry found that curcumin was able to decrease these tumors by 81 percent in 9 out of the 11 studies.

Another study in 2008 looked specifically at the effects of curcumin on breast cancer cells. The researchers found the compound was able to inhibit the spread and growth of these cells by altering the function of alpha-6 beta-4.

In addition, scientists revealed that curcumin is able to also go to the source of the cancer—inhibiting cancer stem cells.

As far back as 1996, scientists were reporting on the anti-cancer properties of turmeric, finding that“even low doses of turmeric inhibit the accumulation of DNA mutations, reduce DNA damage, repair precancerous lesions, lower the urine concentration of mutagenic chemicals in smokers and inhibit formation of tumors in the breast, gut, mouth and skin,” according to NaturalNews.

Few studies have been carried out in a clinical setting. Instead, these benefits are being revealed in labs, where curcumin is directly applied to cells. Still, if the spice is working at a cellular level, it isn’t a stretch to imagine that it would have similar benefits when working on the body as a synergistic system.

Fonte: Natural Society.

Tradução feita pelo Google translator.

Cúrcuma, a raiz amarela brilhante que é terra e colocar em alimentos para o seu sabor profunda e bela cor, não é apenas um saboroso além de curries e saladas, mas também é um lutador de câncer conhecido. Cúrcuma é mais freqüentemente encontrados em cozinhas do Oriente Médio, África do Norte, e regiões do sudeste asiático, mas como os benefícios para a saúde deste tempero clássico tornar-se mais amplamente conhecido, a sua popularidade está crescendo.

Responsável por muitos dos seus benefícios, curcuminoids são os componentes ativos de açafrão. A curcumina, um desses compostos específicos, é freqüentemente citado como o componente mais potente do tempero, embora o termo também é usado para aplicar cucuminoids como um todo.

Como Anthony Guicciardi relatou mais de três anos atrás, os cientistas que estudam os efeitos da curcumina achei que fosse um medicamento potente quando usado contra células de câncer cerebral.Glioblastoma (GBM) é uma forma fatal de câncer no cérebro. O estudo publicado na revista do Journal of Nutritional Biochemistry descobriu que a curcumina foi capaz de diminuir estes tumores em 81 por cento em 9 dos 11 estudos.

Outro estudo, em 2008, analisou especificamente os efeitos da curcumina em células de câncer de mama. Os investigadores encontraram o composto foi capaz de inibir a proliferação e o crescimento destas células, alterando a função de alfa-6-beta-4.

Além disso, os cientistas revelaram que a curcumina pode também ir para a origem das células estaminais do cancro inibidora de cancro.

Já em 1996, os cientistas estavam relatando sobre as propriedades anti-câncer de açafrão, achando que “mesmo pequenas doses de açafrão inibir o acúmulo de mutações no DNA, reduzir os danos de DNA, reparar lesões pré-cancerosas, diminuir a concentração de urina de substâncias químicas mutagênicas em fumantes e inibe a formação de tumores na mama, do intestino, da boca e da pele “,de acordo com NaturalNews.

Poucos estudos foram realizados em um ambiente clínico. Em vez disso, esses benefícios estão sendo revelados em laboratórios, onde a curcumina é aplicada diretamente às células. Ainda assim, se o tempero está trabalhando em um nível celular, não é um exagero imaginar que teria benefícios semelhantes ao trabalhar sobre o corpo como um sistema sinérgico.

 

 

Paralíticos movem pernas pela 1ª vez após estímulo elétrico

paralitico2Quatro paralíticos conseguiram mover suas pernas pela primeira vez após receber estímulos elétricos na coluna vertebral.

O experimento, realizado por médicos das universidades de Louisville e da Califórnia, nos Estados Unidos, possibilitou que os pacientes flexionassem, além das pernas, os dedos dos pés, tornozelos e joelhos. No entanto, eles não foram capazes de andar independentemente.

Os resultados do trabalho, divulgados na publicação científica “Brain”, sugere que a eletricidade torna a coluna mais receptiva aos poucos impulsos que ainda chegam do cérebro à área lesionada.

Segundo os cientistas, a coluna atua como uma ferrovia de alta velocidade que transporta mensagens elétricas do cérebro até o resto do corpo. Se há danos no trilho, a mensagem se perde.

Há três anos, os mesmos cientistas divulgaram que Rob Summers, um jogador de baseball que ficou paralítico do tórax para baixo após um acidente de carro, foi capaz de mover suas pernas sustentado sobre uma esteira.

Agora mais três pacientes, que estão paralíticos há pelo menos dois anos, foram submetidos aos estímulos elétricos e retomaram alguns movimentos. Eles foram capazes de movimentar as pernas e todos, com exceção de um, puderam controlar a força do movimento.

A experiência confirma que certos movimentos podem ser retomados após a paralisia e que o caso de Summers não é isolado. Claudia Angeli, uma das pesquisadoras da Universidade de Louisville, disse à BBC que poder enviar o estímulo e praticar os movimentos faz com que os pacientes se sintam ‘vivos’ novamente.

‘A massa muscular aumenta significativamente e todos eles também viram mudanças em suas funções urinárias e intestinais’.

Ainda não está claro como o estímulo funciona. Os pesquisadores explicam que alguns estímulos voluntários alcançam a região lesionada, mas não são fortes o suficiente para desencadear o movimento. Com o impulso elétrico, a coluna lombar ficaria mais sensível e reage ao receber as mensagens do cérebro. ‘É como se a coluna ficasse pronta para ouvir’, acrescenta Angeli.

Os especialistas esperam que a técnica possa se tornar um tratamento para lesões na coluna. Roderic Pettigrew, diretor do Instituto Nacional Americano de Imagens Biomédicas e Bioengenharia, disse que agora que o estímulo vertebral foi bem-sucedido nos quatro pacientes, acredita-se que um grande número de pessoas, anteriormente com pouca esperança de recuperação significativa, possa se beneficiar da nova técnica.

Fonte: BBC

O que é Sistema Imunológico?

immune-cellsO sistema imunológico é uma parte essencial do nosso corpo, mantendo-nos a salvo de doenças – desde um resfriado comum a doenças mais graves, como o câncer. O sistema imunológico é, muitas vezes, a razão pela qual não nos sentimos bem quando temos uma infecção, mas é a razão pela qual nos recuperamos dessa mesma infecção. Infelizmente, ele também pode funcionar incorretamente, provocando doenças como alergias e doenças autoimunes. Há dois componentes entrelaçados no sistema imunológico: os sistemas imunes inato e adaptativo. Ambos são essenciais na prevenção de doenças, mas funcionam de maneiras muito diferentes. Sistema imunológico inato A primeira linha de defesa contra uma infecção, o sistema imunológico inato consiste em tecidos como a pele e o revestimento do nosso sistema gastrointestinal. Trata-se de uma barreira física, que ajuda a impedir que agentes infecciosos entrem em nosso corpo. O sistema imune inato também tem células especializadas que atacam qualquer patógeno que entra no nosso corpo. As células, incluindo neutrófilos, macrófagos e células dendríticas, são capazes de ingerir patógenos e matá-los dentro da célula. O sistema imune inato atua rapidamente. Estas células estão presentes por todo o corpo e podem agir em minutos para matar micróbios invasores e limitar os danos que eles podem causar ao corpo. Mas o sistema imune inato nem sempre consegue livrar o corpo de organismos patogênicos. É aí que entra nossa segunda linha de defesa, bem mais especializada. Sistema imunológico adaptativo O sistema imunológico adaptativo é mais evoluído do que o sistema imunológico inato, que responde da mesma forma a todos os agentes patogênicos. O sistema imunológico adaptativo utiliza técnicas diferentes para destruir micróbios diferentes. Existem três tipos principais de células associadas com o sistema imunológico adaptativo: células B, células T auxiliares e células T matadoras. As células B produzem anticorpos. Os anticorpos são pequenos compostos químicos capazes de se ligar a alguns micróbios e impedi-los de entrar nas células, ou se ligar a toxinas que alguns agentes patogênicos produzem e neutralizar os seus efeitos. Os anticorpos também “marcam” os micróbios, de forma que as células inatas – aquelas do sistema imunológico inato – possam destruí-los mais facilmente. Os anticorpos também são capazes de passar através da placenta e através do leite materno e ajudar a proteger os bebês contra doenças, até que seu próprio sistema imunológico amadureça. As células T auxiliares, como seu nome indica, ajudam outras células do sistema imunológico. Elas permitem que as células inatas vejam e matem os agentes patogênicos, enquanto as células B fabricam o tipo certo de anticorpo para lidar mais adequadamente com cada patógeno em particular. As células T matadoras secretam substâncias químicas para matar diretamente as células já infectadas por vírus. Os vírus não podem se reproduzir fora de uma célula, por isso eles invadem nossas células. Os anticorpos não podem entrar na célula, por isso as células T matam a célula inteira, impedindo o vírus de se reproduzir. Depois que a célula foi morta, as células do sistema imunológico inato entram em ação e limpam os detritos. O sistema imunológico adaptativo consegue se lembrar dos agentes patogênicos, de modo que a próxima exposição aos mesmos patógenos resultará em uma resposta imune muito mais rápida e mais forte. Frequentemente você nem vai saber que foi exposto a um agente patogênico. É por isso que você geralmente só tem doenças como o sarampo uma vez, e este é o mesmo sistema explorado pelas vacinas. As vacinações expõem o seu sistema imunológico a partes dos patógenos de uma forma que não o deixam doente, mas capacitam o seu sistema imunológico para reconhecer o patógeno. Quando você é exposto a esse mesmo patógeno “de verdade”, o sistema imunológico adaptativo reage tão rapidamente que você não vai ficar doente. Quando o sistema imunológico dá errado Algumas vezes o sistema imunológico responde inadequadamente. Alergias, tais como rinite alérgica (febre do feno), conjuntivite alérgica, asma alérgica ou eczema alérgico (também conhecido como dermatite atópica), são causadas por uma resposta imunológica a um invasor que não iria causar uma doença. Assim, as alergias são provocadas por um mau funcionamento do sistema imunológico. Doenças autoimunes, tais como lúpus, esclerose múltipla e diabetes tipo 1, ocorrem quando o sistema imunológico percebe células do nosso próprio corpo como se fossem estranhas, e disparam uma resposta imunológica contra elas. Esta é a ironia – o nosso sistema antidoença torna-se a causa real da doença. Compreender o sistema imunológico é crucial na medicina: novas vacinas estão sendo desenvolvidas para melhorar a nossa resposta imune contra patógenos, tratamentos de câncer que usam o sistema imunológico para destruir as células cancerosas estão sendo aprimorados e novos tratamento de alergias graves e doenças autoimunes pretendem manipular e amortecer aspectos específicos do sistema imunológico sem prejudicar a nossa capacidade de responder aos agentes patogênicos perigosos. Todos os dias, o nosso conhecimento sobre o sistema imunológico aumenta, abrindo ainda mais as portas para tratamentos e curas para uma variedade de doenças.

Fonte: Diário da Saúde

Acupuntura pode aumentar a eficácia de tratamentos de fertilização

 

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Um estudo conduzido por pesquisadores americanos e holandeses sugere que a acupuntura pode aumentar em até 65% as chances de sucesso dos tratamentos de fertilização in vitro (FIV).

Os especialistas, da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, e da VU University, na Holanda, basearam-se em sete outros estudos que analisaram 1.366 mulheres desde 2002.

Durante o tempo em que os levantamentos foram realizados, todas elas estavam tentando engravidar por meio de fertilização in vitro – método pelo qual o óvulo é fertilizado em laboratório e em seguida implantado no útero.

Algumas delas estavam sendo submetidas à acupuntura, outras estavam sendo tratadas com o “sham” – uma espécie de acupuntura falsa, em que as agulhas são aplicadas em lugares que não surtem efeito – e outras mulheres não foram tratadas com nenhum método.

Ao analisar o índice de gravidez resultante da fertilização, os pesquisadores observaram que as mulheres que foram tratadas com a técnica chinesa tiveram mais 65% de chances de engravidar.

O método havia sido aplicado até um dia após o embrião ser implantado no útero.

Os especialistas afirmam que ainda não está claro como a acupuntura age, mas eles acreditam que o estresse gerado pelo tratamento para engravidar “pode ser amenizado pelo relaxamento proporcionado pela acupuntura”.

Eric Manheimer, pesquisador da Universidade de Maryland, disse que os resultados da pesquisa ainda são preliminares e que outros estudos ainda devem ser realizados para provar a eficácia do método chinês.

Fonte: BBC Brasil

Acupuntura e aconselhamento melhoram tratamentos contra depressão

Mudança no "hardware" do cérebro só terão benefícios se houver uma mudança no "software", na mente do paciente, algo que não é suprido pelos antidepressivos. É por isso que outro estudo mostrou que antidepressivos sem terapia não têm efeito.[Imagem: Neuroscience Center/University of Helsinki]

Mudança no “hardware” do cérebro só terão benefícios se houver uma mudança no “software”, na mente do paciente, algo que não é suprido pelos antidepressivos. É por isso que outro estudo mostrou que antidepressivos sem terapia não têm efeito.[Imagem: Neuroscience Center/University of Helsinki]

Acupuntura ou aconselhamento, ministrados juntamente com as terapias tradicionais, trazem benefícios reais aos pacientes com depressão.

A combinação da acupuntura ou psicoterapia com os cuidados habituais mostrou benefícios depois de apenas três meses para os pacientes com depressão recorrente.

As conclusões foram apresentadas pela equipe do Dr. Hugh MacPherson, da Universidade de Iorque (EUA), que fez um estudo em um ambiente de cuidados primários de saúde.

Alternativas eficazes

Muitos pacientes com depressão mostram-se interessados em receber terapias não-medicamentosas.

Contudo, o uso da psicoterapia está em declínio, enquanto o uso de antidepressivos está em alta.

O Dr. MacPherson acredita que isso possa ser revertido com mais pesquisas que mostrem os bons efeitos de tratamentos que são eficazes, mas continuam sendo chamados de terapias alternativas.

A equipe distribuiu aleatoriamente pacientes com depressão para receber 12 sessões semanais de acupuntura, além dos cuidados usuais (302 pacientes), ou 12 sessões semanais de aconselhamento, mais cuidados habituais (302 pacientes), ou cuidados habituais somente (151 pacientes).

Em comparação com os cuidados habituais isoladamente, houve uma redução significativa nos indicadores médios de depressão em três meses, tanto para a acupuntura quanto para as intervenções de aconselhamento.

Não houve diferença significativa nos escores de depressão entre a acupuntura e o aconselhamento, com ambas as abordagens apresentando benefícios similares.

Aos nove meses e 12 meses, por causa de melhorias nos escores de depressão no grupo de cuidados habituais, a acupuntura e o aconselhamento já não mostraram resultados superiores aos cuidados usuais.

“Nós fornecemos evidências de que a acupuntura versus cuidados habituais e aconselhamento versus cuidados habituais são ambos associados com uma redução significativa nos sintomas da depressão no curto e médio prazo, e não estão associados com eventos adversos graves,” concluíram os pesquisadores.

Fonte: Diário da Saúde

Acupuntura trata doenças inflamatórias fatais

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Além da sepse, a eletroacupuntura mostrou-se eficaz para o tratamento de artrite reumatoide, osteoartrite e doença de Crohn.[Imagem: Rutgers University]

  Eletroacupuntura contra sepse

Uma nova pesquisa documentou uma capacidade extraordinária da acupuntura em uma área em que os médicos acreditavam ser área de atuação exclusiva dos medicamentos químicos. A acupuntura se mostrou eficaz no tratamento da sepse, uma infecção generalizada que causa milhões de mortes no mundo todo. A sepse é uma condição que geralmente se desenvolve em unidades de tratamentos intensivos (UTIs), partindo de infecções e inflamações – trata-se de uma resposta inflamatória sistêmica que ocorre devido a uma falha do sistema imunológico em controlar uma infecção local. Já se sabia que a estimulação de um dos principais nervos do corpo, o nervo vago, desencadeia processos que reduzem a inflamação. Como a acupuntura lida com terminações nervosas, o Dr. Luis Ulloa, da Universidade Rutgers (EUA), queria saber se um tipo especial de acupuntura, a eletroacupuntura, que aplica uma pequena corrente elétrica através das agulhas, teria potência suficiente para reduzir a inflamação e as lesões normalmente fatais da sepse. Segundo o Dr. Ulloa, a corrente elétrica amplia o efeito de colocação da agulha, destacando que a eletroacupuntura já é aprovada pelas autoridades de saúde para o tratamento da dor em pacientes humanos. Acupuntura trata doenças inflamatórias fatais “Nós ainda não sabemos se, no futuro, a melhor solução para a sepse será a eletroacupuntura ou algum medicamento que imite a eletroacupuntura. O fundamental é que este estudo abriu as portas para os dois,” disse o Dr. Ulloa. [Imagem: Rob Forman/Rutgers Today]

"Nós ainda não sabemos se, no futuro, a melhor solução para a sepse será a eletroacupuntura ou algum medicamento que imite a eletroacupuntura. O fundamental é que este estudo abriu as portas para os dois," disse o Dr. Ulloa. [Imagem: Rob Forman/Rutgers Today]

“Nós ainda não sabemos se, no futuro, a melhor solução para a sepse será a eletroacupuntura ou algum medicamento que imite a eletroacupuntura. O fundamental é que este estudo abriu as portas para os dois,” disse o Dr. Ulloa. [Imagem: Rob Forman/Rutgers Today]

Quando a eletroacupuntura foi aplicada em camundongos com sepse, o procedimento estimulou moléculas chamadas citocinas, que ajudam a limitar a inflamação. O resultado foi surpreendente: metade das cobaias sobreviveu por pelo menos uma semana, enquanto a taxa de sobrevivência dos animais que não receberam acupuntura foi zero. Mais do que isso, os resultados mostram benefícios potenciais não apenas para sepse, mas também para o tratamento de outras doenças inflamatórias, como artrite reumatoide, osteoartrite e doença de Crohn. Medicamento para imitar acupuntura Rastreando o método de atuação da eletroacupuntura, a equipe verificou que a ação das agulhas se dá por meio das glândulas adrenais. Como muitos pacientes com sepse têm disfunções nas glândulas endócrinas, a equipe foi buscar um medicamento que pudesse reativá-las, de forma que o maior número possível de pacientes pudesse se beneficiar da acupuntura. Eles encontraram um composto, o fenoldopam, que parece produzir benefícios nos pacientes nos quais problemas nas glândulas adrenais não permitem que eles tirem proveito da eletroacupuntura. “Nós ainda não sabemos se, no futuro, a melhor solução para a sepse será a eletroacupuntura ou algum medicamento que imite a eletroacupuntura. O fundamental é que este estudo abriu as portas para os dois,” disse o Dr. Ulloa. O estudo foi publicado na revista Nature Medicine.

Fonte: Diário da Saúde

Acupuntura e menopausa: tratamento com vasos maravilhosos para redução de fogachos

Artigo elaborado baseado em partes do Trabalho de Conclusão de Curso, Autora do artigo: Profa. Larissa A. Bachir Polloni – CETN

calorao

Os “calorões” ou fogachos que são comuns durante e após a menopausa podem durar muitos anos. Alguns estudos dizem que podem chegar até 10 anos.

O objetivo do trabalho foi realizar um estudo de caso onde a paciente escolhida deveria se enquadrar nos seguintes critérios: ausência de menstruação há mais de 1 (um) ano; presença de fogacho como um dos sintomas da menopausa; e que não estivesse realizando nenhum outro tipo de tratamento. Baseou-se em dez sessões de acupuntura visando a redução da quantidade dos fogachos.

Para a realização das sessões de acupuntura sistêmica foram utilizados os seguintes materiais: Agulhas 25 x 30mm, Mandril, Algodão, Álcool 70%, Descartak, Bandeja para agulhas. Na auriculoterapia foi utilizado: Semente de cousa, Palpador auricular, Pinça, Alcool 70%, Algodão.

Durante o tratamento foi utilizado uma escala de fogacho, construída pelas autoras.

Métodos: A escolha da paciente baseou-se nos seguintes critérios: ausência de menstruação a mais de 1 (um) ano; presença de fogacho como um dos sintomas da menopausa; e que não estivesse realizando nenhum outro tipo de tratamento. A paciente assinou um termo consentindo a realização da pesquisa.

A pesquisa foi realizada em 10 (dez) sessões, com frequência de 2 vezes por semana, com duração de 1 hora cada sessão, durante 5 (cinco) semanas. Como método de quantificação foi utilizado uma escala de fogacho elaborada pelas autoras do estudo. Nessa escala a paciente deveria anotar as devidas informações nela contida.

Foi entregue a escala, sendo que a primeira foi uma semana antes do início do tratamento para que a paciente preenchesse. O objetivo do uso da escala de fogacho foi a comparação do efeito do tratamento, ou seja, o antes e o depois para obtenção dos resultados. Levando em conta que a principal queixa da paciente era a quantidade dos fogachos, na escala a mesma deveria anotá-la por períodos (manhã, tarde, noite e madrugada), durante todo o tratamento.

Os pontos selecionados para o início de tratamento: R3, R6, P7, VC4, VC6. Pontos utilizados na quarta sessão: Ren Mai – Vaso Diretor ou Vaso Concepção, Ponto de Abertura – P7 (lado direito

Ponto Acoplado – R6 (lado esquerdo).

Pontos selecionados a partir da quinta sessão: Os pontos mencionados no início do tratamento com o acréscimo do ponto: IG11 – liberta o calor.

Pontos utilizados na auriculopuntura: Shenmen, Rim, Simpático, Metabolismo, Hipotálamo e Útero.

DISCUSSÃO : A paciente V.A.F., 51 anos, sentindo sintomas do climatério desde os 49 anos de idade, veio em busca do tratamento complementar para a diminuição do principal sintoma da menopausa que a acometia, o fogacho, já que a mesma ainda não havia realizado nenhum tratamento alopático.

Feita avaliação, o diagnóstico energético foi Síndrome da deficiência de Yin e Yang do Rim com predomínio do Yin do Rim.

No início do tratamento a paciente relatou uma média de 10 fogachos por dia, com duração aproximada de 3 a 4 minutos, essa média perdurou até a terceira sessão.

Buscando um resultado mais satisfatório foi utilizada a técnica de Vasos Maravilhosos, especificamente o Ren Mai, conhecido como “Mar dos Canais Yin” por influenciar todos os canais Yin e exercer uma grande importância no sistema reprodutivo. A partir de então, a paciente constatou diminuição da intensidade dos fogachos. Porém, não tendo uma diminuição significativa da quantidade dos fogachos foi acrescentado o ponto IG11 a partir da quinta sessão seguindo assim até a última.

A partir dos dados obtidos na escala, para uma melhor observação do resultado foi feito uma média com a quantidade de fogachos relatada anterior ao tratamento e no decorrer das sessões, e exposta em gráfico. Seguem os gráficos:

GRÁFICO 1: MÉDIA DA QUANTIDADE DE FOGACHOS DURANTE O TRATAMENTO

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GRÁFICO 2: QUANTIDADE DE FOGACHOS ANTES DO INÍCIO DO TRATAMENTO E NO FINAL DO TRATAMENTO

 

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 RESULTADO

Conforme dados da escala foi observado que os fogachos no período da madrugada foram diminuindo gradativamente com um pequeno aumento na sexta sessão, voltando a diminuir na sétima sessão em diante. Já no período da manhã o sintoma diminuiu somente após a quinta sessão, ocorrendo o mesmo nos períodos da tarde e noite.

Conforme relatado após a sessão onde foi realizada a técnica de Vasos Maravilhosos (quarta sessão) a intensidade dos fogachos foi amenizada. Sendo que no início do tratamento o sintoma perdurava por até 3 minutos e após a quarta sessão o tempo passou a ser de no máximo 1 minuto. Porém não houve alterações significativas no número de fogachos, levando em consideração essa queixa foi então acrescentado o ponto IG11 na quinta sessão. Feito isso, a paciente relatou nas sessões seguintes diminuição na quantidade do sintoma.

No final do tratamento observou-se uma redução significativa do sintoma, chegando a não ocorrer no período da tarde e noite e com apenas um episódio nos demais períodos.

Sendo assim considerado o tratamento eficaz na redução do sintoma do fogacho na menopausa.

Fonte: CETN

Acupuntura reduz a resposta do hormônio do estresse

estresseWASHINGTON – Embora a acupuntura seja amplamente usada para tratar o estresse crônico, os mecanismos de ação que levam a benefícios de saúde ainda não são totalmente compreendidos. Em uma série de estudos da Universidade de Georgetown, os pesquisadores estão demonstrando como a acupuntura pode reduzir significativamente a resposta do hormônio de estresse crônico. O estudo mais recente foi publicado na “Journal of Endocrinology”.

“Estamos começando a entender o que acontece em nível molecular, o que ajuda a explicar os benefícios da acupuntura”, disse o principal autor do estudo, Ladan Eshkevari, que é professor-associado da Escola de Estudos de Enfermagem e Saúde da Universidade de Georgetown.

Eshkevari projetou uma série de estudos em ratos para testar o efeito da acupuntura eletrônica em níveis de proteínas e hormônios secretados por vias biológicas envolvidas na resposta ao estresse. “Eu usei a eletroacupuntura porque queria ter certeza de que cada animal recebeu a mesma dose do tratamento”, explicou.

O local que foi utilizado para aplicação da agulha de acupuntura é chamado de “Zusanli” (na perna, abaixo do joelho) e, segundo relatos, ajuda a aliviar uma variedade de condições, incluindo o estresse.

O estudo utilizou quatro grupos de ratos para uma experiência de 10 dias: um grupo controle que não estava estressado e não recebeu a acupuntura, um grupo que se destacou por uma hora por dia e não recebeu a acupuntura, um grupo que se destacou e recebeu acupuntura perto da cauda, ​​e o grupo experimental, que recebeu acupuntura no ponto de Zusanli, na perna.

Os pesquisadores mediram os níveis sanguíneos de hormônios secretados pelo eixo hipotálamo hipófise (HPA) adrenal, que inclui o hipotálamo, a hipófise e a glândula adrenal. As interações entre esses órgãos controlam as reações ao estresse e regulam a digestão, o armazenamento do sistema imunológico, o humor, as emoções e a sexualidade.

Eles também mediram os níveis de NPY, um peptídeo secretado pelo sistema nervoso presente em roedores e seres humanos. Este sistema está envolvido na “fuga ou luta”, resposta ao estresse agudo. Nesse estudo, os pesquisadores verificaram que os níveis de NPY foram reduzidos no grupo experimental quase ao nível do grupo de controle, enquanto os ratos que foram realçados e não tratados com a acupuntura Zusanli tinham níveis elevados de NPY.

“São crescentes as evidências que apontam para o efeito protetor da acupuntura contra a resposta ao estresse”, afirmou Eshkevari no estudo.

Fonte: O Globo

Acupuntura é eficaz para o tratamento das dores lombares crônicas

 

A acupuntura é um ramo da medicina tradicional chinesa e, de acordo com a nova terminologia da OMS (Organização Mundial da Saúde), um método de tratamento complementar. O tratamento acupunterápico consiste no diagnóstico (igualmente baseado em ensinamentos clássicos da Medicina Tradicional Chinesa) e na aplicação de agulhas em pontos definidos do corpo, chamados de “Pontos de Acupuntura” ou “Acupontos” que se distribuem principalmente sobre linhas chamadas “meridianos chineses” e “canais”, para obter diferentes efeitos terapêuticos conforme o caso tratado.

Também são utilizadas outras técnicas alternativa ou complementarmente, sendo as mais conhecidas a moxabustão (aplicação de calor sobre os acupontos ou meridianos), a auriculoterapia e, mais recentemente, a eletroacupuntura.

A acupuntura é eficaz no tratamento das dores lombares? Veja o posicionamento do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Médica Brasileira (AMB).

Os diversos estudos sobre o assunto demonstraram que existem evidências consistente da eficácia da acupuntura para o tratamento da dor lombar crônica em prazo curto (até três meses depois do tratamento), e de que os efeitos benéficos se mantêm por prazo maior do que um ano. Ficou também definido que o efeito da acupuntura é maior em associação com outros tratamentos, e as evidências sugerem superioridade do método com relação aos tratamentos usuais. Também há evidência de que a acupuntura proporciona grandes chances de melhorar a condição funcional. Os custos relacionados com a inclusão do método são vantajosos.

Fonte: Projetos Diretrizes Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Médica Brasileira (AMB).

Comentário do méido Dr. Tufi Dippe Júnior:

A dor lombar (lombalgia) é uma queixa muito comum entre os pacientes cardiopatas. A acupuntura por suas ações benéficas e raros efeitos colaterais, tornou-se uma opção importante de tratamento para esses pacientes de forma isolada ou associada à fisioterapia. O fato é que tais pacientes devem evitar o uso prolongado e abusivo de anti-inflamatórios não-hormonais, os quais podem aumentar a pressão arterial e o risco cardíaco, além de afetar os rins e agredir a mucosa do aparelho digestivo.

Autor: Dr. Tufi Dippe Júnior – Cardiologista de Curitiba – CRM/PR 13700.

Fonte: Portal do Coração